ASTRÕNOMOS IDENTIFICAM BURACO NEGRO

14/12/2016

Uma estrela parecida com o Sol  despedaçada por um buraco negro

O fenômeno era tão incrível que estudiosos acreditavam tratar-se da supernova - explosão de uma estrela no fim de seu ciclo de vida - mais brilhante já vista.

Mas novas observações, que incluíram instrumentos como o telescópio espacial Hubble (projeto da Nasa e da ESA, as agências espaciais americana e europeia, respectivamente), agora geraram dúvida quanto a essa classificação.

Agora, um grupo de astrônomos sugere que a fonte de luz era, na verdade, um evento ainda mais raro: um buraco negro em rotação rápida engolindo uma estrela que chegou perto demais.

Explicações

O fenômeno foi registrado como a supernova mais brilhante já detectada, uma "supernova superluminosa" - a explosão de uma estrela gigante que já estava no fim da vida.

O evento foi duas vezes mais brilhante do que o recorde anterior e, em seu auge, foi 20 vezes mais luminoso do que toda a luz produzida na Via Láctea.

A nova explicação para o evento veio de uma equipe internacional de pesquisadores, liderada por Giorgos Leloudas, do Instituto de Ciência Weizmann, em Isarel, e do Dark Cosmology Centre, na Dinamarca.

As duas equipes fizeram mais observações da galáxia, que fica a cerca de 4 bilhões de anos-luz da Terra.

"Observamos a fonte por dez meses depois do evento e concluímos que é a explicação provavelmente não é uma supernova brilhante. Nossos resultados indicam que o evento provavelmente foi causado por um buraco negro supermassivo em rotação rápida enquanto ele destruia uma estrela com pouca massa", explicou Leloudas.

Nessa representação, buraco negais extremas de um buraco negro gigantesco, localizado no centro da galáxia, despedaçaram uma estrela parecida com o Sol após ela chegar perto demais dele.

Esse tipo de evento foi observado apenas dez vezes até hoje.

Nessa teoria, a estrela passou pelo processo chamado de "espaguetificação" e os choques causados pela colisão de seus destroços e o calor gerado causaram uma explosão de luz.

E essa luz toda, afirmam os cientistas, foi semelhante à causada por uma supernova, mesmo que a estrela "vítima" do buraco negro não fosse uma supernova e nem tivesse tanta massa.

Os astrônomos basearam suas novas conclusões em observações feitas com instrumentos em Terra e no espaço - um deles foi o telescópio espacial Hubble.

Também estiveram envolvidos nas observações o Very Large Telescope (VLT), localizado no observatório astronômico europeu de Paranal, no Deserto do Atacama, no Chile, e o New Technology Telescope, no Observatório de La Silla, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês).

Morgan Fraser, um dos autores da descoberta e astrônomo da Universidade de Cambridge, afirmou que existem "vários aspectos independentes" que confirmam que a luz brilhante foi mesmo gerada por um buraco negro engolindo e despedaçando uma estrela, e não de uma "supernova superluminosa".

Os dados revelaram que o evento passou por três fases diferentes nos dez meses seguintes de observação.

Estes dados são mais parecidos com o que é observado no evento chamado pelos cientistas de "tidal disruption", um termo de tradução difícil, algo como "quebra de marés", que designa a destruição de uma estrela em um buraco negro.

Os astrônomos observaram uma retomada do brilho com luzes ultravioleta e também um aumento na temperatura, o que reduz ainda mais a possibilidade de um evento envolvendo uma supernova.

Fator localização

Além disso, há a questão da localização do evento: uma galáxia vermelha, muito grande e considerada passiva pelos cientistas.

Esse tipo de galáxia não é um lugar onde geralmente ocorrem explosões luminosas de grandes supernovas - elas costumam se dar em galáxias azuis, anãs, onde estrelas são formadas.

Os astrônomos afirmam ainda que foi um evento clássico de "tidal disruption".


Para cientistas, evento foi diferente de uma supernova, representada acima

"O evento de 'tidal disruption' que nós propomos não pode ser explicado com um buraco negro supermassivo que não gira. Nosso argumento é que o ASASSN-15lh era um evento de 'tidal disruption' que ocorreu graças um tipo muito específico de buraco negro", afirmou Nicholas Stone, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.

A massa da galáxia onde o evento ocorreu também sugere que o buraco negro tem, em seu centro, uma massa de pelo menos 100 milhões de vezes a do Sol.

Um buraco negro com essa massa normalmente não conseguiria interferir em uma estrela que passasse fora de seus limites, que ficam na região conhecida como horizonte de eventos - espaço no qual nada consegue escapar de sua força gravitacional.

Mas, se ele for de um tipo específico que esteja em rotação rápida, o chamado buraco negro Kerr, a situação muda: o limite já não é mais válido.

"Mesmo com todos os dados coletados, não podemos afirmar com 100% de certeza que o evento ASASSN-15lh era um evento de 'tidal disruption'. Mas é, de longe, a explicação mais provável", concluiu o chefe da pesquisa, Giorgos Leloudas.

CACHORROS PEQUENOS SÃO MAIS AGRESSIVOS?

14/12/2016

Cachorrinhos sofreriam de algum tipo de "Complexo de Napoleão"?

Ou talvez você já tenha visto vídeos de cães grandes correndo, assustados, de colegas pequeninos.

Com base nessa percepção geral, perguntamos aos nossos leitores se eles veem as raças menores como mais agressivas. Entre as respostas afirmativas, estava a convicção de que cachorros menores sofrem de uma espécie de complexo canino de inferioridade que os torna mais defensivos.

Esse sentimento tem equivalência humana no Complexo de Napoleão, aquele em que alguém de estatura diminutiva compensa isso com a adoção de um comportamento dominador. Faz sentido, mas pesquisas sugerem que se trata de um fenômeno anedótico.

David Sandberg, da Universidade de Búfalo (EUA), e Linda Voss, da Peninsula Medical School, em Plymouth (Reino Unido), estudaram as evidências sobre o Complexo de Napoleão e publicaram suas conclusões em 2002.

Para eles, a adaptação psicológica de indivíduos mais baixos que a média não é amplamente distinguível de outros, seja na infância, adolescência ou vida adulta.

A realidade no mundo animal

Cientistas ainda não sabem se genética ou ambiente falam mais alto em comportamento canino

Mas o que serve para humanos nem sempre se aplica a animais.

Em 2012, um estudo de Andreas Svensson, da Universidade de Linnaeus, na Suécia, analisou o comportamento do peixe de água fresca conhecido comoChlamydogobius eremius. Os machos defendem os ninhos, então pesquisadores introduziram intrusos para enfrentar os residentes.

Resultado: a equipe de Svensson descobriu que machos menores atacavam mais cedo e com mais intensidade que os maiores.

Se isso acontece com peixes, pode ser o mesmo com cachorros?

Em um estudo de 2013, Paul McGreevy, da Universidade de Sydney (Austrália), e sua equipe avaliaram se as características externas de cães são relacionadas a seu comportamento.

Cães, segundo McGreevy, são uma boa espécie para estudar esse tipo de coisa porque formatos de crânio e corpo são bastante diversos entre as raças.

Os cientistas descobriram que cães menores demonstravam mais agressividade relação ao dono, pedidos de comida, uso de urina para marcar território e necessidade de atenção.

Em outras palavras, cães menores são realmente mais agressivos em algumas circunstâncias. Mas os dados não mostram nada sobre o porquê.

A conclusão é que era impossível determinar o quanto o comportamento observado era influenciado pela genética ou o ambiente.

É certamente possível que cães menores tenham tendência natural para a agressão, mas pode haver muitas outras explicações, a maioria delas relacionada a como tratamos os cachorros.

O estudo de McGreevy apenas mostrou uma correlação entre tamanho e agressividade, não uma ligação absoluta, como explica Daniel Mills, da Universidade de Lincoln, no Reino Unido. "Tamanho pode ter uma influência, mas não significa que todo cachorrinho é agressivo."

Também não há boas informações sobre qual raça ataca mais. "Pesquisas sugerem que as pessoas tendem a relatar mais uma mordida de um pastor do que a de um Jack Russell, porque é uma lesão mais severa. Há uma grande falta de confiabilidade nas informações disponíveis."

Mills acredita que humanos podem, inconscientemente, estar forçando alguns comportamentos. "As pessoas veem cachorros pequenos como símbolos de status, carregando-os nas bolsas. Eles não gostam disso, o que afeta seu desenvolvimento comportamental."

Especialistas dizem que comportamentos humanos podem estimular agressividade

Ele diz haver muitas maneiras de afetar o comportamento canino. "Se um certo comportamento é esperado de um cachorro, ele pode ser tolerado."

Humanos podem também não perceber os sinais.

Com cachorros pequenos, podemos estar menos atentos a sinais prematuros de agressão, como olhares fixos, do que com um cachorro maior. Sendo assim, o primeiro sinal de agressão que vimos em pequenos cachorros é um latido, o que nos faz pensar que eles são mais agressivos que o cachorro maior. Ambos estão apenas dizendo 'me deixe em paz'".

O que temos, então? Há evidência de que cachorros menores tendem a ser mais "tensos" que os maiores, mas essa diferença pode ser influência humana, seja pela criação diferenciada deles ou pela interpretação errada de suas ações.

Melhor ter isso em mente da próxima vez em que você brincar com um lulu da Pomerânia.

SATURNO SERÁ O PLANETA REGENTE EM 2017

14/12/2016

Estamos sob a regência do Sol, desde 1981, e por esse motivo, estamos todos mais voltados para nosso ego,

O narcisismo ganhou força e nos tornamos mais ego centrados e individualistas.

Só para você entender melhor, no século XX, por exemplo, o ciclo de 1909 a 1944, foi regido por Marte, o deus da guerra, e não foi à toa que durante esse ciclo tivemos duas guerras mundiais.

Para entender melhor, 2016 é um ano 9 (2 + 0 + 1 + 6), o que também, segundo a numerologia, indica fim de ciclo. Se pararmos para refletir, podemos observar que 2016 foi sobretudo um ano de fechamento de ciclos. Para muitos, um ano em que a força solar ficou ofuscada, mas, de uma maneira ou de outra, algo novo começou a despontar e o que não fazia mais sentido, terminou.

Sempre que começa um novo grande ciclo de 36 anos, o planeta regente desse ciclo rege o primeiro ano desse mesmo ciclo. Portanto, no dia 20 de março de 2017, por volta das 7h40, começaremos um novo grande ciclo, regido pelo planeta Saturno, já conhecido pela sua severidade e cobranças, pelos seus obstáculos e limites, mas também pelas suas grandes, transformadoras e maravilhosas lições.

Iniciando um novo e grande ciclo de Saturno, 2017 será regido novamente por esse planeta, exigindo de todos nós mais responsabilidade e comprometimento, de uma forma mais global e planetária, além da individual.

Devemos sair de nosso umbigo, de nós mesmos, para olhar responsavelmente para o planeta que vivemos e começarmos a arregaçar as mangas e começar o grande trabalho de reestruturação de valores, baseados em novos princípios.

Acabou a farra da adolescência solar, onde o narcisismo e o individualismo fizeram parte da vida de todos. Agora é hora de abraçarmos a maturidade, ou ao menos de começarmos a levar tudo mais a sério para começarmos a amadurecer. Comprometimento com a construção de novas bases, novas estruturas, maior racionalidade e responsabilidade em tudo o que fizermos, maior consciência, paciência e compromisso com a renovação e a construção de uma nova Terra.

Saturno será vivenciado duplamente

Como regente do novo ano e do novo ciclo, Saturno será duplamente vivenciado, portanto, é preciso começara trabalhar. Saturno é um planeta de grande importância na vida de todos nós e da sociedade. Ele nos traz limites e responsabilidades.

Podemos esperar por um tempo muito diferente dos que vivemos, especialmente pessoas nascidas a partir de 1981, que conhecem apenas uma sociedade solar totalmente isenta de valores humanitários e focada em valores individualistas e narcísicos.

Saturno é um planeta de carma, seu símbolo, é uma caveira com uma foice. Podemos esperar um pai severo, que chega ceifando tudo o que não está de acordo com nosso crescimento e evolução, tanto pessoal quanto coletivamente.

Não serão anos fáceis, pois seremos convocados a refletir sobre valores perdidos há muito tempo. Quem não conseguir entrar na vibração de Saturno, e essa tarefa sempre é mais difícil para os jovens, pode sentir o peso de sua mão.

Portanto, é hora de perceber qual a mensagem que Saturno trás para nossas vidas, quais os caminhos que ele aponta e quais devemos seguir.

Quando Saturno toca nossas vidas, não aceita desculpas. É severo, duro e seco. Portanto devemos esperar por cobranças em 2017. Ele certamente chega para colocar nossas vidas no trilho, no caminho reto e correto, o caminho que diz respeito ao nosso carma. Ele pode trazer provações, necessidade de novas estruturas e isso só nos será dado depois de muita luta pessoal e coletiva.

Trabalho, responsabilidade e compaixão

Saturno está diretamente ligado ao trabalho, tanto pessoal e individual como as lutas de cada dia. Novas estruturas serão criadas, muitas responsabilidades exigidas e o mais interessante desse período pode ser a mudança total de valores humanos, coletivos, morais e éticos, que se perderam nos últimos anos.

Mas agora chega uma nova moral, baseada na aceitação da humanidade como um todo, e não em dogmas criados pelos homens e religiões.

Acredito que os primeiros anos de sua regência, serão anos mais difíceis e podemos esperar algumas dificuldades já em 2017.

No entanto, devemos olhar para este novo ano como o primeiro ano de um grande ciclo, como um bebê recém nascido, que precisa de cuidados amorosos, de atenção constante e muito carinho e afeto, para crescer emocionalmente saudável.

Espero que todos possam abrir os braços para receber esse nosso Grande Pai, que chega para colocar ordem em uma casa que nos foi dada, mas que fomos negligentes em seus cuidados.

Saturno chega para ensinar e exigir de todos nós a construção de uma nova morada. Uma morada que possa nos acolher e sustentar a todos, física e emocionalmente.

Escrito por:

Eunice Ferrari

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